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Regiões  Existem 169 produtos.

Subcategorias

  • Vinho Verde

    A Região Demarcada dos Vinhos Verdes estende-se por todo o noroeste de Portugal, na zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro-e-Minho. Em termos de área geográfica é a maior Região Demarcada Portuguesa, e uma das maiores da Europa.

  • Douro

    Região, rica em microclimas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo-se em cada uma delas vinhos de qualidade brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes, licorosos e ainda aguardentes de vinho com especificidades próprias.

    Da globalidade do volume de vinho produzido na Região Demarcada do Douro, cerca de 50% é destinada à produção de "Vinho do Porto", enquanto que o restante volume é destinado à produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".

  • Dão

    As vinhas estão instaladas em terrenos de baixa fertilidade, predominantemente graníticos com diversos afloramentos xistosos que surgem a sul e a poente da Região. Ainda que se encontre implantada em altitudes que rondam os 800 metros, é entre os 400 – 500 que vegeta em maior quantidade. O acidentado do terreno, circundado por um conjunto de grandes serras que o protegem das influências exteriores, constituem uma importante barreira às massas húmidas do litoral ou aos agrestes ventos continentais.

  • Alentejo

    Na imensidão de horizontes planos, ou quase planos, o Alentejo tem como acidentes orográficos mais importantes as serras de Portel (421 m), Ossa (649 m) e S. Mamede (1025 m).

    É no entanto nas elevações isoladas que se geram os microclimas propícios ao plantio da vinha e que conferem qualidade às massas vínicas.

    A posição meridional e a ausência de relevos importantes são responsáveis pelas características Mediterrânica e Continental do clima. A insolação tem valores bastante elevados, o que se reflecte na maturação das uvas, principalmente nos meses que antecedem a vindima, conferindo às uvas uma desejável acumulação dos açúcares e de matérias corantes na película dos bagos.

    As vinhas localizam-se na sua maioria, em substrato geológico de rochas plutónicas (granitos, tonalitos, sienitos e sienitos nefelínicos), sendo contudo de salientar a diversidade de manchas pedológicas nas quais as vinhas são instaladas (nomeadamente manchas xistosas e argilo-calcárias).

    É igualmente importante referir que os melhores terrenos são eleitos para a cultura cerealífera e exploração agro-pecuária, enquanto que a vinha e a oliveira, dada a sua rusticidade, assentam nos solos com fraca capacidade de uso.

    A similitude das características organolépticas dos vários VQPRD do Alentejo acrescida pelo facto de o consumidor os associar genericamente à referida menção, justificam a Denominação de Origem "Alentejo", na qual estão incluídas as seguintes 8 sub-regiões: "Portalegre", "Borba", "Redondo", "Reguengos", "Vidigueira", "Évora", "Granja-Amareleja" e "Moura".

    O Vinho Regional "Alentejano" é produzido em toda a região vitivinícola Alentejo.

  • Trás-Os-Montes

    A oriente do Minho e até à fronteira espanhola com a qual também confina a Norte, estende-se uma vasta região que termina na margem esquerda do Douro, onde começam as Beiras.

    Os solos desta região são predominantemente formados por xistos pré-câmbricos e arcaicos, com algumas manchas graníticas, existindo numa pequena área manchas calcárias de gneisses e de aluvião.

    Os vinhos da Região de Trás-os-Montes são bastante diferenciados, em função dos microclimas em que têm origem (altitude, exposição solar, pluviosidade, temperatura, etc.).

    Assim, na zona Norte, encontramos a DO Trás-os-Montes com as suas sub-regiões "Chaves", "Valpaços" e "Planalto Mirandês".

    O vinho com indicação geográfica, comummente designado por Vinho Regional "Transmontano" produz-se em toda a região de Trás-os-Montes.

  • Ribatejo

    Situada no Centro de Portugal, a região possui inegáveis condições naturais para o desenvolvimento das actividades agrícolas, florestais e pecuárias.

    O clima desta região é sul-mediterrânico temperado, influenciado pelo rio Tejo que a percorre, com uma queda anual pluviométrica de cerca de 500-600 mm. 

    Encontramos nesta Região três zonas distintas de produção, conhecidas como "O CAMPO", "O BAIRRO" e a "CHARNECA".

    O CAMPO, com as suas extensas planícies, adjacente ao Rio Tejo, é também conhecido como a LEZÍRIA DO TEJO; está sujeito a inundações periódicas, que se causam alguns transtornos, são também responsáveis pelos elevados índices de fertilidade que aqueles solos de aluvião possuem. É, por excelência a zona dos vinhos brancos, onde a casta Fernão Pires é rainha.

    O BAIRRO, situado entre o Vale do Tejo e os contrafortes dos maciços de Porto de Mós, Candeeiros e Montejunto, com solos argilo-calcáreos em ondulados suaves, é a zona ideal para as castas tintas, nomeadamente a Castelão e a Trincadeira.

    A CHARNECA, localizada a sul do CAMPO, na margem esquerda do Rio Tejo, apresenta-se com solos arenosos e medianamente férteis, e se por um lado determina rendimentos abaixo da média da Região, por outro lado induz a um afinamento, quer de vinhos brancos, quer de vinhos tintos.

  • Bairrada

    Bairrada é uma região vinícola portuguesa situada na província da Beira Litoral e região do Centro (Região das Beiras), que se estende entre Águeda e Coimbra até às dunas do litoral Atlântico.
    Clima suave, temperado pela proximidade do Oceano Atlântico. Nesta região de terras planas destacam-se dois tipos de solos que originam vinhos diversificados: os argilosos ou barrentos, que deram origem ao nome Bairrada, e os solos arenosos.
    A casta local Baga é a variedade tinta dominante na região. Cultivada nos solos argilosos, origina vinhos carregados de cor e muito ricos em taninos, que lhes dão elevada longevidade. Nas castas brancas, plantadas nos solos arenosos da região, destacam-se as castas Bical e Fernão Pires, na região denominada Maria Gomes, que origina vinhos brancos delicados e aromáticos.

  • Lisboa

    Em Lisboa, uma região com uma longa história na área vitivinícola nacional é composta por variedades de uva portuguesas tradicionais e as variedades internacionais mais famosas. Aqui é produzido uma grande variedade de vinhos, possibilitados pela diversidade de microclimas e relevos concentrados em pequenas áreas da região.

  • Península de Setúbal

    Situada no litoral Oeste a Sul de Lisboa, é nesta região vitivinícola que se produz o famoso e tão apreciado Moscatel de Setúbal.

    Esta região pode dividir-se em duas zonas orográficas completamente distintas: uma a Sul e Sudoeste, montanhosa, formada pelas serras da Arrábida, Rosca e S. Luís, e pelos montes de Palmela, S. Francisco e Azeitão, estes recortados por vales e colinas, com altitudes entre os 100 e os 500 m. A outra, pelo contrário, é plana, prolongando-se em extensa planície junto ao rio Sado.

    O clima é misto, subtropical e mediterrânico. Influenciado pela proximidade do mar, pelas bacias hidrográficas do Tejo e do Sado, e pelas serras e montes que se situam na região, tem fracas amplitudes térmicas e um índice pluviométrico que se situa entre os 400 a 500 mm.

    Os solos são argilo-arenosos ou franco-argilo-arenosos, calcários com ligeira alcalinidade, alguns deles compactos e férteis.

    A qualidade dos vinhos desta região justificou o reconhecimento das Denominações de Origem Controladas "Setúbal" para a produção do vinho generoso, e "Palmela", na qual, para além dos vinhos branco e tinto, se inclui também a produção de vinho frisante, espumante, rosado e licoroso.

    Vinho com IG "Península de Setúbal" produz-se em todo o distrito de Setúbal.

  • Beira

    Situada e no coracao do interior Norte, junto a fronteira raiana com Espanha, na regiao mais escarpada e montanhosa de Portugal continental, abarca no seu interior as serras da Marofa, Serra da Gardunha e parte da Serra da Estrela. O clima experimenta uma influencia continental extremada, com impressionantes variacoes quotidianas de temperatura, Veroes curtos, quentes e secos e Invernos prolongados e gelidos.

    Os solos sao maioritariamente de natureza granitica, com alguma presenca de xistos e, embora menos comuns, alguma ascendencia arenosa.

    A Beira Interior encontra-se subdividida em tres sub-regioes, Castelo Rodrigo, Pinhel e Cova da Beira. As duas primeiras, Castelo Rodrigo e Pinhel, partilham sensivelmente as mesmas especificidades materiais, apesar de se encontrarem separadas por cadeias montanhosas com picos de mais de mil metros de altitude onde a combinacao de solos pobres, acidez elevada e maturacoes robustas garante um futuro promissor para toda a regiao.

    A Cova da Beira expõe características divergentes e alternativas, espraiando-se desde os contrafortes a Leste da Serra da Estrela ate ao vale do Tejo, a Sul de Castelo Branco.

  • Algarve

    No extremo Sul de Portugal Continental, o Algarve é uma zona bem definida, um compartimento com feições características, conferidas pela proximidade do mar, pelo clima, pela vegetação natural e pela cultura marcada pela longa ocupação árabe.

    A localização meridional e a protecção assegurada pela barreira montanhosa contra os ventos frios do Norte e a exposição em anfiteatro virado ao Sul, fazem com que o clima seja acentuadamente mediterrânico: quente, seco, pouco ventoso, amplitudes térmicas muito reduzidas e com uma média de insolação acima das 3000 horas de sol por ano.

    Os solos são litólicos, não húmicos, de arenitos, grés de Silves ou afins, regossolos psamíticos, solos mediterrânicos vermelhos ou amarelos de arenitos e de rañas, podzóis e aluviossolos.

    Dada a tipicidade que as condições edafo-climáticas conferem aos vinhos, existem no Algarve quatro Denominações de Origem Controlada para os VQPRD "Lagoa", "Lagos", "Portimão" e "Tavira".

    O Vinho Regional ‘'Algarve'' produz-se em toda a Região do Algarve.

  • Açores

    Em pleno Oceano Atlântico e a uma distância de 1600 Km a Oeste da costa continental portuguesa, situa-se o arquipélago dos Açores constituído por nove ilhas, em três das quais se cultiva a vinha: Terceira, Pico e Graciosa.

  • Madeira

    Com uma superfície total de 738Km2, a Ilha da Madeira está situada entre os paralelos 30 e 33º N, em pleno Oceano Atlântico.
    De clima ameno e de terrenos saibrosos de solos vulcânicos e basálticos, a vinha conquistou a Ilha e a paisagem madeirense transformou-se.

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